Quando a Gi e eu passeávamos por Embu das Artes, em julho de 2011, resolvi comprar uns livros usados. Baratíssimos. Dentre eles, havia dois da Agatha Christie. Claro, comprei na hora!
Quando adolescente, devo ter lido uns trinta ou quarenta livros da "Dama do Crime". Gosto de livros que instiguem a inteligência, e ela os escreveu de forma encantadora. Com linguagem simples, mas sem lugares-comuns, ela consegue fazer com que um livro seja "devorado" em poucos dias...
É fácil matar é um desses livros que nos prendem. Não é uma obra prima, mas é uma boa leitura policial. Além disso, nos faz ficar imaginando o cenário: um bucólico vilarejo inglês da metade do século XX... com crimes que faziam a população local estremecer, pensando em quem seria o assassino, e quem seria o próximo de sua lista...
Assim que der, lerei todos os seus livros. Como fazem bem pra nossa inteligência!
sábado, 14 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
O Mestre da Sensibilidade
De vez em quando, gosto de livros de auto-ajuda. Na correria do dia-a-dia, tento tomar o cuidado de lembrar que trabalho com seres humanos, com pessoas, que precisam de atenção, cuidado, respeito. E um dos meus autores preferidos desse segmento é Augusto Cury.
Um dos seis volumes da coleção Análise da Inteligência de Cristo, O Mestre da Sensibilidade nos mostra o quanto Jesus se importava com os seus. O quanto deles cuidava. O quanto seu espírito era forte. Com uma forma simples de escrever, Augusto Cury vai nos revelando a fortaleza espiritual que era Jesus.
Gosto da escrita simples dos livros do Augusto. Ele escreve com leveza, o que muitas vezes contrasta com minha correria diária. Isso me faz bem, me faz lembrar que existem pessoas à minha volta que precisam de atenção.
Se recomendo? Sim!
Um dos seis volumes da coleção Análise da Inteligência de Cristo, O Mestre da Sensibilidade nos mostra o quanto Jesus se importava com os seus. O quanto deles cuidava. O quanto seu espírito era forte. Com uma forma simples de escrever, Augusto Cury vai nos revelando a fortaleza espiritual que era Jesus.
Gosto da escrita simples dos livros do Augusto. Ele escreve com leveza, o que muitas vezes contrasta com minha correria diária. Isso me faz bem, me faz lembrar que existem pessoas à minha volta que precisam de atenção.
Se recomendo? Sim!
sábado, 17 de agosto de 2013
O Silmarilion - a obra da criação
Três anos e meio. Foi o tempo que gastei para ler O Silmarilion, de Tolkien. Nunca gastei tanto tempo para ler um livro. Não que não fosse do meu interesse. Na verdade, não sei explicar o porque de ter gastado tanto tempo assim. Só sei de uma coisa: como valeu a pena lê-lo!
Tolkien deveria estar no panteão dos grandes escritores de todos os tempos. Sua obra é fantástica. Criou, além de histórias, povos, línguas (com regras gramaticais e tudo!), terras. Soube com maestria conectar mitos antigos com novas ideias. E, como tudo tem começo, o mundo de Tolkien começa nesse livro.
O Silmarilion faz uma alusão ao livro bíblico do Gênesis. O Começo. Quando tudo começou. E como começou. Mostra o sonho de um deus se tornando realidade. Um mundo idealizado por amor. Como e porque os mais belos seres despertaram nesse mundo. Mas não mostra somente o lado bom. Mostra também a origem do mal, e de todos os seres que dele vivem.
Para quem viu a trilogia O Senhor dos Anéis, muitas coisas são explicadas. Muitos seres tem sua origem explicada, o que faz com que haja uma melhor compreensão do filme. Várias histórias passam a fazer mais sentido, ou a ter um sentido renovado. Até o Um Anel passa a ter uma nova dimensão.
A maior dificuldade é a quantidade de nomes. É preciso muita atenção, pois de repente o que você pensa que é o nome de um lugar, é de um ser.
Para fãs de Tolkien, e para aqueles que gostam de uma boa leitura. Para definí-lo em uma palavra: fantástico!
Tolkien deveria estar no panteão dos grandes escritores de todos os tempos. Sua obra é fantástica. Criou, além de histórias, povos, línguas (com regras gramaticais e tudo!), terras. Soube com maestria conectar mitos antigos com novas ideias. E, como tudo tem começo, o mundo de Tolkien começa nesse livro.
O Silmarilion faz uma alusão ao livro bíblico do Gênesis. O Começo. Quando tudo começou. E como começou. Mostra o sonho de um deus se tornando realidade. Um mundo idealizado por amor. Como e porque os mais belos seres despertaram nesse mundo. Mas não mostra somente o lado bom. Mostra também a origem do mal, e de todos os seres que dele vivem.
Para quem viu a trilogia O Senhor dos Anéis, muitas coisas são explicadas. Muitos seres tem sua origem explicada, o que faz com que haja uma melhor compreensão do filme. Várias histórias passam a fazer mais sentido, ou a ter um sentido renovado. Até o Um Anel passa a ter uma nova dimensão.
A maior dificuldade é a quantidade de nomes. É preciso muita atenção, pois de repente o que você pensa que é o nome de um lugar, é de um ser.
Para fãs de Tolkien, e para aqueles que gostam de uma boa leitura. Para definí-lo em uma palavra: fantástico!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Hamlet - Uma novela de Walcyr Carrasco
Nunca havia lido Shakespeare. Nada. Claro, conheço algumas de suas histórias, pois algumas delas são bastante populares. Agora, parar para lê-lo. nunca o havia feito.
Então resolvi ler uma versão digital de Hamlet. Foi, aliás, meu último livro lido em 2012. Uma tradução datada do século 19.
Cheguei à seguinte conclusão: se Shakespeare fosse brasileiro e vivesse atualmente, seria autor de novelas! E - claro! - os autores brasileiros devem basear suas tramas em Shakespeare. Isso porque a forma com que a história de Hamlet se desenrola em muito se assemelha às nossas novelas. Inclusive com os elementos que normalmente fazem parte delas: amor, ódio, traição, vingança, dissimulação... e tudo de uma forma intensa, sem meios termos. Até a forma de "enrolar" a história até que se chegue no ápice é semelhante. Tal semelhança não é à toa, por se tratar de uma peça de teatro, que tem como objetivo prender a atenção do espectador.
Bem, eis um resumo: Hamlet era um príncipe da Dinamarca, que teve seu pai assassinado. Como ele descobriu? Eis que lhe aparece o fantasma de seu pai, contando-lhe que fora traído por sua esposa. E - pra piorar a situação - com seu próprio irmão! E ele pede para que Hamlet o vingue. A história toda gira em torno desse desejo de vingança.
A parte central da história é também como nas novelas: um enrolação só! Claro, tudo faz sentido. Mas é contada de uma forma bem lenta... quando, de repente... acaba! O final é surpreendentemente rápido. Quando assustei, já havia ocorrido um banho de sangue!
Sendo até cômico em alguns momentos, Hamlet é um bom drama. Vale a pena sua leitura.
Então resolvi ler uma versão digital de Hamlet. Foi, aliás, meu último livro lido em 2012. Uma tradução datada do século 19.
Cheguei à seguinte conclusão: se Shakespeare fosse brasileiro e vivesse atualmente, seria autor de novelas! E - claro! - os autores brasileiros devem basear suas tramas em Shakespeare. Isso porque a forma com que a história de Hamlet se desenrola em muito se assemelha às nossas novelas. Inclusive com os elementos que normalmente fazem parte delas: amor, ódio, traição, vingança, dissimulação... e tudo de uma forma intensa, sem meios termos. Até a forma de "enrolar" a história até que se chegue no ápice é semelhante. Tal semelhança não é à toa, por se tratar de uma peça de teatro, que tem como objetivo prender a atenção do espectador.
Bem, eis um resumo: Hamlet era um príncipe da Dinamarca, que teve seu pai assassinado. Como ele descobriu? Eis que lhe aparece o fantasma de seu pai, contando-lhe que fora traído por sua esposa. E - pra piorar a situação - com seu próprio irmão! E ele pede para que Hamlet o vingue. A história toda gira em torno desse desejo de vingança.
A parte central da história é também como nas novelas: um enrolação só! Claro, tudo faz sentido. Mas é contada de uma forma bem lenta... quando, de repente... acaba! O final é surpreendentemente rápido. Quando assustei, já havia ocorrido um banho de sangue!
Sendo até cômico em alguns momentos, Hamlet é um bom drama. Vale a pena sua leitura.
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